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Preço médio do m² de imóveis sobe mais que inflação e passa de R$ 9 mil pela 1ª vez

A cidade de Balneário Camboriú (SC) tem o m² mais caro do Brasil, custando R$ 13.259. Na segunda colocação vem a cidade de Itapema, também em Santa Catarina, com R$ 12.962

04/07/2024 às 06h30
Por: Redação Fonte: IstoÉ Dinheiro
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Preço médio do m² de imóveis sobe mais que inflação e passa de R$ 9 mil pela 1ª vez

O preço do imóvel à venda nas principais cidades brasileiras atingiu a média de R$ 9.020/m² no mês de junho É a primeira vez que a média nacional do índice supera o valor de R$ 9 mil pela primeira. As informações são do índice FipeZap, que leva em conta o preço dos imóveis em 50 cidades.

O preço médio de venda residencial com base em informações da amostra de anúncios de imóveis residenciais para venda em maio/2024 foi de R$ 8.967/m². O valor de junho é o maior desde que o índice começou a ser calculado, em 2008. Um apartamento de 60m² está custando, em média, R$ 541.200.

O índice registrou um aumento de 0,61% em junho, uma ligeira desaceleração do índice em relação à variação média dos preços em maio (+0,74%). Ao final do primeiro semestre de 2024, o Índice acumulou uma valorização de 3,56%. Já nos últimos 12 meses o aumento foi de 6,17%

A cidade de Balneário Camboriú (SC) tem o m² mais caro do Brasil, custando R$ 13.259. Na segunda colocação vem a cidade de Itapema, também em Santa Catarina, com R$ 12.962.

João Pessoa (+1,55%); Salvador (+1,54%) e Curitiba (+1,46%) registraram as maiores altas no mês.

Confira a lista com as 10 cidades mais caras do índice:

Balneário Camboriú (SC) – R$ 13.259
Itapema (SC) – R$ 12.962
Vitória (ES) – R$ 11.34
Florianópolis (SC) – R$ 11.340
Itajaí (SC) – R$ 11.107
São Paulo (SP) – R$ 11.011
Barueri (SP) – R$ 10.365
Rio de Janeiro (RJ) – R$ 10.101
Curitiba (PR) – R$ 9.989
Brasília (DF) – R$ 9.181
Levando em conta o tamanho dos imóveis, os de três dormitórios foram os que tiveram a maior alta no período (0,71%), na sequência vieram os de um dormitório (0,69%), os de dois dormitórios (0,57%) e os de três ou mais dormitórios (0,44%).

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